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Dalva de Barros 80 anos

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Exposição em homenagem aos 80 anos de vida de Dalva de Barros.

Descrição

SOBRE A OBRA:

Exposição em homenagem aos 80 anos de vida de Dalva de Barros.

“…A mostra Dalva de Barros 80 anos reúne cerca de 30 obras da artista produzidas em períodos distintos, desde pequenos rascunhos, estudos e as pinturas que a consagraram. A proposta curatorial é estabelecer um diálogo entre os períodos, temas e assuntos abordados pela artista nesses 60 anos de intensa produção. Paralelamente estarão expostas obras dos seus principais alunos, os seus seguidores que tiveram uma convivência mais intensa com a artista, tanto na relação pessoal quanto na profissional…”

Gervane de Paula

 

SOBRE A ORGANIZADORA:

MAGNA DOMINGOS –

[ em atualização ]

 

SOBRE A HOMENAGIADA:

DALVA DE BARROS – Reside em Cuiabá. Supervisionou o Ateliê da Fundação Cultural de Mato Grosso, entre 1976 a 1980. Orientou o Ateliê Livre do Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal de Mato Grosso, entre 1981 e 1996. Quando residia no norte de Mato Grosso, no município de Diamantino, recebeu as primeiras noções de desenho em um curso por correspondência, em 1960. No ano seguinte aprofunda esses conhecimentos em São Paulo, na Fundação Armando Álvares Penteado, quando também se inicia na pintura. Voltando para Mato Grosso, começa a pintar mais intensamente a partir de 1962. Em 1966 obteve o terceiro prêmio na ‘Primeira Exposição de Pintura dos Artistas Mato-grossenses’ (Campo Grande). Participou das coletivas ‘Grupo Jovem Mato-grossense’ (Cuiabá, 1968) e ‘Panorama de Artes Plásticas em Campo Grande’ (1970), ambas promovidas pela Associação Mato-grossense de Artes (AMA). Entre 1968 e 1970, estagiou na Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, ocasião em que participa do Salão Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, 1968), II Salão de Artes Universitárias (Belo Horizonte, 1969). Participou da ‘Amostra Inaugural’ do Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT (Macp), realizada em março de 1974. Em Cuiabá integrou as coletivas: ‘Panorama de Artes Plásticas em Mato Grosso’ (1975), ‘Visão/Cuiabá – Iconografia Urbana’, (1976), ‘Arte Mato-grossense’ (1978), ‘Momentos da República na Arte Mato-grossense’ (1989), todas no Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT, em Cuiabá. Compôs a representação Matogrossense na Bienal Nacional/1974 (Fundação Bienal de São Paulo, 1974), e a Sala Especial: Arte de Mato Grosso no XXXVI Salão Paranaense (Curitiba, 1979). Participou da coletiva: ‘Brasil/Cuiabá: Pintura Cabocla’, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e na Fundação Cultural de Brasília, em 1971; ‘Universidade: Arte como forma de conhecimento’, Fundação Álvares Penteado (São Paulo) e na Galeria de Arte e Pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo (Vitória), ambas em 1986, realizadas pelo Macp da UFMT e ainda ‘Referências Pantaneiras na Pintura de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul’ (Projeto Pantanal: Alerta Brasil, Paço das Artes, São Paulo, 1988). Por ocasião do lançamento do livro ‘Arte Aqui é Mato’, de Aline Figueiredo, participa da coletiva do mesmo nome realizada no Museu de Arte de São Paulo (Masp) e no Museu de Arte de Brasília (MAB), ambas em 1981. Integrou ainda as coletivas ‘Artistas do Século’ (Macp, 2000) e ‘Tradição Cuiabana, Imagens da Religiosidade’ (SEC, Palácio da Instrução, Cuiabá, 2002). Individualmente expôs na galeria do Hotel Campo Grande (AMA, 1973), no Museu de Aquidauana, MS (promovida pelo Macp, 1975), na Fundação Cultural de Mato Grosso (Cuiabá, 1977) e na Galeria Brasileira (São Paulo, 1981). Em 2001 Aline Figueiredo editou o livro ‘Dalva de Barros: Garimpos da Memória’, sobre o seu trabalho, publicado pela Entrelinhas Editora. Em 2004 participou da coletânea ‘Panorama das Artes Plásticas em Mato Grosso, no século XX’ (Cuiabá, MT), ‘Projeto Arte Pública’, promovidos pelo Studio Centro Histórico (Cuiabá/MT). Realizou ainda a Exposição ‘Amizade de Artista: Dalva de Barros e Gervane de Paula (Macp/UFMT, 2008); ‘Cores do Pantanal’ (Lisboa/Portugal, 2010); Individuais: ‘As Festas Populares no Olhar de Dalva de Barros’, na Paróquia Senhor Divino, bairro CPA II (Cuiabá/MT, 2010); ‘Dalva de Barros 80 anos’, na Galeria Lava Pés, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Secel (Cuiabá/MT, 2015). Possui obras na Pinacoteca da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso e no Acervo do Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT (Cuiabá/MT).

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