Marília Beatriz
Neste tempo, voltam alfabetos. Palavras ditas duras, brutas. Mas volta também o mar. E a ilha. Marília, Marília, Marília. Três vezes que é para materializar. A borboleta esvoaçante, a alquimista dourada das palavras, a mulher do deslimite. Marília arma e amarra novos alfabetos dentro e fora. Transita pelas dimensões e protocolos. Marília sempre é. O riso, os dentes. Marília, sábia louca. Marília. Hoje te vejo mar mesmo quando te quero ilha. Caio Augusto Ribeiro
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